Em fevereiro de 1989, foi concebida para mim uma linda menina, ela foi muito bem recebida por todos. No entanto em 1991 percebemos que algo estava errado com ela. Procuramos o pediatra que cuidava dela que solicitou alguns exames. Pressenti algo ruim, pois com o resultado o pediatra fez uma junta médica e informando da suspeita de um câncer no fígado e que não era para apavorar, pois ainda a submeteria a uma biópsia para a confirmação e da possibilidade de ser benigno. Foi tudo muito rápido, foi marcada para os próximos dias a cirurgia para a retirada do tecido (biopsia). Fiquei apreensivo, ela foi internada e no momento em que foi levada para a sala cirúrgica, acompanhei-a até à porta e ali permaneci. Fiquei angustiado, parecia uma eternidade, até em que o cirurgião saiu e sem rodeios e com frieza disse:- “Foi retirado o tecido, encaminharemos a São Paulo para os exames, mas pelo meu conhecimento, posso antecipar que é maligno, não tem muito que fazer a não ser esperar sua morte. Minhas pernas bambearam, lágrimas escorreram pelo meu rosto, fiquei perdido no tempo. Passaram os dias, fiquei na esperança de que o resultado chegasse e de que o médico estivesse enganado e de que o pesadelo passasse, mas ilusão a minha, pois o resultado chegou e a confirmação foi dada. Nesta hora difícil fomos amparado e acolhidos pela família e principalmente por uma “Igreja Evangélica”. Minha filha, com dois aninhos, um anjinho, estava com câncer no fígado, não sabia por quanto dias ela estaria comigo. Ela foi encaminhada para um Oncologista, que me deu informações sobre a situação, explicou que o problema era complicado, que ela teria que fazer sessões de quimioterapia, poderia ser feito em São Paulo ou mesmo em Presidente Prudente, mas que na situação dela seria a mesma coisa, porém era para ter força, força esta que encontrei em Deus. Durante o tratamento, minha menina, inocente, nos dias das sessões, no caminho ela já pressentia, tinha vômitos antes mesmo de chegar à clinica. A cada determinado período eram feitos exames para ver a situação, sempre dando positivo, até que um determinado exame deu “negativo”. O Dr. disse que poderia ser um erro, pediu para repetir e novamente deu “negativo”, ele não soube explicar. Disse que continuaria as sessões e que periodicamente repetiria o exame, que sempre dava como “negativo”. Diminuiu gradativamente as sessões de quimioterapia, até que um dia, disse que não tendo explicação, minha filha não tinha mais nada, dando alta definitivamente. Eu tenho a explicação: “Milagre de Deus operado na vida de minha filha”. Hoje, 2010, minha filha está com 21 anos, cursa Sistema da Informação e goza de plena saúde. Além dessa “benção”, Deus tem me dado muitas outras, como uma linda família, uma ótima esposa e um outro filho maravilhoso.
Relato do pai (Ednilson).
Testemunho - Flavinho
Não sei qual o preço pago por Jesus Naquela Cruz, mas só eu sei o que me custou ficar todo esse tempo sem Jesus. Que Deus possa falar contigo através desse testemunho:
Aos 14 anos me mudei para São Paulo, comecei a trabalhar em uma drogaria local, onde não tinha dias de folga, sempre tinha plantão nos finais de semana e feriados. E ainda estudava à noite.
Foi quando um dos rapazes que trabalhava na drogaria me apresentou um barbiturico de nome Optalidon. – “I Co.15:33”. Aquilo me deixava alerta 24 horas, aos poucos aprendi a usar vários barbituricos com bebidas. Eu sentia euforia, alegria e alucinações e nas festas e lugares que eu freqüentava também distribuía para outras pessoas, fazia troca com outros tipos de drogas, a essa altura já era usuário de maconha.
Aos 18 anos, já estava trabalhando em outra empresa, estatal, era bem sucedido financeiramente e logo conheci a “cocaína”, a soberba sempre estava a frente de mim, e eu não conseguia enxergar o caminho que minha vida estava tomando. Sempre rodeados de amigos – “Sl.1:6”. Eu ouvi muitas pessoas falarem de Jesus, de salvação, arrependimento e perdão, no entanto nunca dei ouvidos e na maioria das vezes até zombava dos crentes – “Ef.2:2-3”.
A minha queda não demorou, a saúde começou a debilitar, para manter o vício já não conseguia pagar as contas, já não tinha responsabilidade com os compromissos, e como o dinheiro já não dava, praticava pequenos delitos, Me tornei agressivo, sempre me envolvendo em brigas e confusões, não demorou muito para vir as primeiras prisões. Confesso que ali muitas vezes pensei nas pessoas que me falavam de um Deus que poderia me livrar disso tudo, mas quando saia voltava tudo. Foi aí que Ele começou a trabalhar na minha vida, Oh Glória! – “I CO.15:36”. “Ele” permitiu uma overdose na qual fiquei 10 dias em coma (pneumonia dupla, hemorragia interna e anemia profunda). Então o Senhor Jesus entrou na minha vida, trouxe-me de volta, transformou minha depressão e tristeza em alegria e paz. Aquele que até a poucos dias, comia do que a enxurrada trazia, sem lugar para dormir, agora fala de Jesus, anda com a Bíblia no coração – “Is.1:19”.
Meu querido, você que está lendo esse resumo de minha vida, saiba o que Jesus fez na minha vida, pode fazer também na tua vida – “Apc.3:20”.
Creia nisto e que Deus te abençoe, se precisar de uma oração ou uma palavra e quer conhecer Jesus nos procure e o nome do Senhor será glorificado. Fique todos na Paz do Senhor.
Flavinho da “Congregação Avivamento Bíblico da Vila Industrial”. (II Timóteo 4:5)